Lola 的个人资料A Beleza do silêncio照片日志列表 工具 帮助

Gomez Lola

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Sou quem nunca deveria ter sido, sou talvez apenas um longo e doloroso sentimento quem nunca vai embora, quero pensar que sou uma ilusão, apenas uma doce ilusão que nunca dura porém sobrevive nas lembranças.

A Beleza do silêncio

Malditas horas felizes
第 1 张,共 21 张

Quem quer saber?

Houve um tempo em que perdida vaguei pela neblina, era a pior escuridão e o pior sentimento de abandono que alguém pode sentir.
Certamente hão de dizer se achei o caminho, talvez sim, talvez não, eu creio que a medida que se vai amadurecendo tende-se a ter um leve arrependimento das coisas passadas, logicamente isso é algo comum quisera dizer que todas as minhas decisões foream as corretas. Quisera também afirmar categoricamente que apesar do meu fracasso em praticamente tudo me sinto bem, mas eu estaria mentido e de certa forma eu já menti demais nesses últimos anos, posso jurar que me arrependo de tudo até mesmo de ter nascido sem ser depressiva se que não fui mais que um erro.
Hoje com mais idade vendo as coisas do jeito que são, não me iludindo nem procurando ver o lado bom das pessoas.nem confiando demais, sei agora o que sou realmente, levei anos para descobrir, anos ainda me faltam para completar o estado de alegria em que estou e anos me faltarão para dizer a mim mesma que é real.
Algumas pessoas me acusam na rua, me olham de soslaio, algumas pessoas(devido a minha condição) acharão que eu me apaixonaria por elas. Mas apesar dos altos e baixos, das noites mau-dormidas, dos dias imaginando como ir embora para sempre deixando imediatamente a casa familiar.
E para todo esse sentimento sufocado essa vontade de ser livre descobri a verdade que andei procurando a vida toda, agora que o véu deixou os meus olhos posso verdadeiramente enxergar que aquilo que sou em termos xulos é lésbica, e não me importa dizer que depois de todos esses anos estou feliz de ser assim. Não sei como será o futuro, duvido que seja um "mar de rosas" mas sei que serei forte para enfrentá-lo.               

A beleza do silêncio

Quando na tarde silenciosa deixo-me voar em pensamentos, na qual eu não pense em mim e sim na doce ilusão de ser algo real longe de mim, longe do meu ser.
Poderia voar? Lugares longiquos onde não vejo, não falo, não sou nada além de um suspir, perguntando-me se existe mais do que palavras.
Sopros ao vento, sussurros silenciosos, no horizonte, nas trevas do ser.
Queria poder voar, viando além de minhas expectativas.
O sol, o céu o colorido da solidão, tudo apodrece.
A neblina amarga, as vozes atormentadoras, os gritos. Não quero mais ouvir, quero apenas existir nessa escuridão, nessa doce solidão.           

Quando tudo acaba

Amanhece, tudo que existe de mais belo onde a aurora floresce onde a beleza da primavera é a beleza da vida de quando a aventura termina sem sorrissos.
Sinto-me nesse momento morta, num lugar onde não existe nada e eu tento encontrar-menas neblinas frias desse inverno.
A doce vontade de morrer ao qual nada tem tanto valor quanto esses sorrissos que me dão a impressão de dor  de uma triste lembrança daquilo que jamais existiu. O amor, aquela sensação calorosa de sentimento tão puros e gentis, eu o perdi, sinto saudades, daquela primavera daquele sentimento, dos abraços, dos suspiros, dessa beleza maravilhosa ao qual vivi com ardor, ao qual eu deixei-me embalar por todas aquelas emoções que nunca existirão.
Agora a dor que me devora a vida, a dor que me arrasta para o abismo da existência, eu estou morrendo apenas estou morrendo, desaparecendo dessa miseravel vida que louca e sincera me arranca um suspiro.
Quem me derá, olhar em seus olhos novamente, sentir o calor de seu corpo, tudo que eu nunca tive. Meu grande amor rapta-me dessa existência, mata-me a vida, tenho apenas a esperança de estar com você, tenho a esperança de estar com você.           

A dor de Viver

 Nessas horas mortas, em que medito, pensando nas langorosas horas de sonhos destruídos, as ilusões que me agarro com tal ímpeto, sabendo sem sombra de dúvida que toda a vida é uma mentira e que toda existência é vazia.
Estou morrendo, eu sei, vivo apenas esperando o momento final, o fim tão próxima que me dará talvez paz e me transformará em algo que eu jamais consigui ser. Está tão distante, além muito além dos doces sonhos, o horizonte longíncuo. Como será?Talvez apenas um sopro repentino, um momento, um suspiro e nada existe.
Escuridão, a beleza pálida de formas negras seus passos tão lentos. Quando eu poderei ver o sorrisso de seus lábios tão amável ou tão monstruoso, sua mão estendida num convide?
Sentimento mórbido que me persegue, vítima fria e egoísta não sinto mais nada, emoção alguma por mais grandiosa que seja consegue tirar-me desse estado quase morto, estado vegetativo, onde apenas as palavras me tornam um ser real, um ser longe de mim, que não me conhece e que se transforma num ser de longas asas brancas e um rosto angelical que sente a vida em toda a sua plenitude.
 

Lola

O ardor da lembrança
(lola)
 
Como é doce o sonhar
quando ao longe
as estrelas em seu brilho cintilante
dão a ilusão o prazer da esperança
 
E na aurora
o crepitar do sol
queima e evapora
 
Nas tardes cálidas
 todo amor desses momentos
a paixão gentil que traz-me em sonhos
em toda essa existência vazia
 
A camalria desse luar
a lembrança fulgaz da vida
onde eu simplesmente morria
 
Quanto ardor eu sentia
na primavera de meus dias
a sede fugidia dessas memórias
tão belas horas cheias de lembranças
tempos passados dessa vida extinta